Leio no DN que o primeiro juiz de instrução do caso Freeport suspeitou da celeridade invulgar com que se desenvolveu o processo depois de obtido o parecer positivo de impacto ambiental. Pudera! Com a celeridade da nossa Justiça, até um caracol parece um recordista dos 100 metros barreiras.
Qual é o espanto?
Carlos Barbosa de Oliveira,

Sócrates aprendeu com o erro e agora é tudo PIN!
O espanto reside na ausência (?) de investigação ou de consequências no curso dessa investigação perante a suspeita.