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Há muito que não punha aqui as fontes em que me baseio.
Para recordar:
– “Teresa, a Condessa-Rainha”, Luís Carlos Amaral & Mário Jorge Barroca (Temas e Debates 2020)
– “História de Portugal, Volume 1 – Antes de Portugal”, coordenação de José Mattoso (Editorial Estampa 1997)
– “História de Portugal, Volume 2 – A Monarquia Feudal”, coordenação de José Mattoso (Editorial Estampa 1997
– “História de Portugal (1080-1415)”, de Joaquim Veríssimo Serrão (Verbo, 5ª edição 1995)
– “História da Vida Privada em Portugal”, direcção de José Mattoso (Círculo de Leitores e Temas e Debates 2010)
– “D. Teresa, a Primeira Rainha de Portugal”, de Marsilio Cassotti (A Esfera dos Livros 2008)
– “D. Afonso Henriques” (biografia), de José Mattoso (Temas e Debates 2007)
– “Vida de São Teotónio”, de Aires A. Nascimento (Edições Colibri 2013)
– “No Tempo de D. Afonso Henriques”, coordenação de Mário Jorge Barroca (Edição CITCEM 2017)
– “Identificação de um País, 1096-1325, Volume I – Oposição”, de José Mattoso (Editorial Estampa, 5ª edição 1995)
– “Identificação de um País, 1096-1325, Volume II – Composição”, de José Mattoso (Editorial Estampa, 5ª edição 1995)
– “A Nobreza Medieval Portuguesa – A Família e o Poder”, de José Mattoso (Editorial Estampa 1994)
– “Naquele Tempo”, de José Mattoso (Círculo de Leitores e Temas e Debates, 2ª edição 2011)
– “A Criança na Sociedade Medieval Portuguesa”, Ana Rodrigues Oliveira” (Teorema, agosto 2007)
– “Reconquista Cristã – Séculos IX-XII”, de Pedro Gomes Barbosa (Ésquilo 2008)
– “Guerreiros de Pedra”, de Miguel Gomes Martins (A Esfera dos Livros 2016)
– “1147 – A Conquista de Lisboa”, de Miguel Gomes Martins (A Esfera dos Livros 2017)
– “Guimarães, 24 de junho de 1128”, A. de Almeida Fernandes (Revista de Guimarães 88, jan-dez 1978)
– “Fernão Peres de Trava e seus cavaleiros”, João Paulo Martins Ferreira (Guarecer. Revista Electrónica de Estudos Medievais, nº 5, 2020, pp. 91.144)
– “Donna Tarasia, Regina Portugalie”, Juliana Silva Santos (TCC de Graduação, Brasília, dezembro 2019)
– “The power of Genitrix – Gender, legitimacy and lineage: Emma of Normandy, Urraca of León-Castille and Teresa of Portugal“, Ana Fátima Durão Correia (Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa 2015)
Obrigado, Cristina Torrão, pela preciosa bibliografia.
Noto que não há nenhum registo do seu muito considerado José Augusto de Sotto Mayor Pizarro.
Como ainda não consegui ler, pergunto-lhe se acha valor a “Assim Nasceu Portugal”, de Stephen Lay?
Obrigado.
Confesso que o único livro que li de Sotto Mayor Pizarro foi a biografia de D. Dinis. Falo muito nele, por causa dos “posts” sobre o Rei Lavrador. Sei que ele tem outros livros sobre a nossa História medieval, mas não os conheço (ainda).
Também nada lhe sei dizer sobre esse livro de Stephen Lay, apenas que fiquei curiosa
de Sibilas, Sacerdotisas de Apolo, a la ciudad de las damas christine de pizan não faltam mulheres com garra. hoje há novas formas de luta do marxismo do séc. xxi.
entre nós representantes do «trotskista Ignacio Lula Da Silva (líder del
Partido de los Trabajadores)
Nunca faltaram mulheres com garra. O problema é que se lhes cortavam as garras (ainda hoje, há quem tente). São um número irrisório, as que as mantiveram e puderam usar. Atrevo-me a dizer que tiveram alguma sorte, como um contexto que lhes foi favorável, ou uma família que as protegeu e/ou incitou a se emancipar, por exemplo. Comparando com os homens que se evidenciaram, em qualquer campo do saber, ou da política, ou em qualquer forma de poder, o número de mulheres que o conseguiu, até há cerca de cinquenta anos, é quase mesmo uma anedota.
os misóginos do PS liquidara: Leonor Beleza, Manuela F. Leite, etc