Vi há pouco na televisão um friso de focinhos capazes de derreter os corações mais empedernidos. Em Lisboa sei que estão no Jardim da Estrela e junto à Torre de Belém à espera de ser adoptados, mas pelo resto do país existem certamente iniciativas do género, já que hoje se comemora o Dia Mundial do Animal.
Rendam-se, por favor!
Teresa Ribeiro,


Entendo-te e subscrevo. Mas o meu conceito de adopção passa muito mais (teoricamente falando) pelos enjeitados e rejeitados, porque os outros podem ter expectativas bem mais elevada e a vida mais facilitada por isso.
Pensando melhor, fico com este.
Tiraste-me as palavras do teclado. Este é irresistível!
Moeda ao ar, já.
Pronto, já está. Ganhei eu.
Fico sem companhia para o dálmata aqui do lado, os grilos, os melros e o galo que canta à meia-noite..
Está bem, não chores mais. Leva lá a bicicleta. Ou melhor, o cachorrinho. Mas se eu voltar aí, roubo-to.
Mas foi dos enjeitados e rejeitados que se ocuparam estas feiras, João. Alguns daqueles bichos já tinham sido abandonados mais do que uma vez. Não foi certamente o caso deste, cuja foto fui – desonestamente – buscar ao Google 🙂
Mas quando afirmo no post que alguns daqueles bichos eram irresistíveis não estou a mentir. Havia bebés e crescidos, rafeiros e de raça, gatos e cães. Infelizmente na categoria de abandonados há para todos os gostos e aos quilos.
Ainda bem que o dizes. Tenho pena de que não haja uma feira dessas aqui também. Talvez pela primeira vez, tenho as condições certas para adoptar um cachorro.
Hahaé meuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuuu 🙂
Ai, que saudade fininha 🙂 O meu era assim, tal qual. Com a mesmíssima cor e sobretudo o mesmíssimo olhar.
Só tinha o pêlo mais comprido (setter irlandês).
Descontando o nosso ser sempre o melhor de todos 🙂 este apresenta uma grande vantagem: a pelagem curta suja menos e escova-se bem melhor.
(afinal para quem é que ficou o bicho?)
Sinto sempre um arrepio nestas situações. Nasci e cresci rodeado de bichos e hoje, remetido a um andar em Lisboa, não os posso ter por companhia, porque não suporto a ideia de os manter presos num espaço exíguo.