3 comentários em “Renunciou ao cargo de deputado? (ii)”

  1. Certo. Mas, assim de repente, a lista de Lisboa tem de positivo as ausências de Gomes da Silva, um santanista que nunca serviu para nada de útil, e de António Preto, protagonista de episódios estranhos que nunca foram esclarecidos.

  2. Por enquanto, Paulo, os nomes do PSD não escandalizam. Pelo contrário, no imbróglio que é a obscura lista do PS, qualquer nome tem o potencial de primar pelo escândalo seja pelo que tenha dito nesta legislatura seja pelo simples facto de se associar, queimando-se, ao líder e seus lixos tóxicos, líder que Alice Vieira sugere estar na mó de baixo apesar do que é fustigado e agredido por piriquito, gato e canídeo.

    Veja-se a auto-ironia e mesmo o humor negro que permite Pinto da Costa ‘apoiar’ Elisa e isto é apenas um exemplo do desnorte coveiro que por ali vai. Bem a propósito escreve José Adelino Maltez: «Dizem que o PS está atrapalhado com a escolha de cabeças de lista. Não vejo porquê. Jaime Gama, especialista em águas profundas, poderia ir para o resto do mundo. Lisboa, contar com Diogo Freitas do Amaral. Em Coimbra, José Miguel Júdice. Nos Açores, Daniel Proença de Carvalho. No Porto, Pinto da Costa. Em Setúbal, Eduarda Maio. Em Braga, Lopes da Mota. Em Aveiro, Fernanda Câncio. Na Madeira, Emídio Rangel… »

  3. Um candidato-fantasma como número dois na lista por Lisboa. Virou costas ao Parlamento, quando o partido precisava dele na dura oposição ao Governo Sócrates em São Bento, e é agora recompensado desta maneira. Voltará, naturalmente, a virar costas ao Parlamento se o PS ganhar as legislativas. O PSD não tem emenda…

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