Ando baralhado com a omnipresença do Risco Sistémico em Portugal. Vem o ministro das Finanças e fala no Risco Sistémico. Vem o primeiro-ministro e fala no Risco Sistémico. Vem o governador do Banco de Portugal e fala no Risco Sistémico.
Pergunto-me: será o Risco Sistémico amigo da Mudança de Paradigma? Aparentado da Questão Fundamental? Não sei se fuja, se fique e me alie a eles todos.

Boa malha :)eheheh
Malhar é que é a questão fundamental.
Para o caso BPP, eu achei criar uma espécie de dicionário “economês-português”. Acabou por ficar na forma da resposta às 4 perguntas que me parecem mais comuns no BPP:
1) Depósitos e Aplicações de capital garantido, a diferença
2) Porquê deixar falir o BPP
3) Qual a diferença face ao BPN: o risco sistémico
4) Houve discriminação entre depositantes.
Fico honrado se quiser deixar a sua opinião http://tinyurl.com/n7zm8k
Abraço,
Carlos Santos
Vou tentar, Carlos.
Acho que é um primo do risco contínuo, mas não arrisco certezas…
Maldade, maldade…
É melhor fugir, que o Risco Sistémico passa num instante a Risco Pandémico!
Vendo bem, é muito possível.
O melhor é não arRiscar.
:))
Quem náo arrisca sistémico, não petisca paradigma.
Não petisca? quer dizer que está tudo em pratos limpos, é isso?
:))
Ainda não, Maria do Sol, ainda não. Mas espero que venha a estar.
Tudo fica um bocado mais complicado quando a Mudança de Paradigma se torna sistemática e o Risco Sistémico se torna paradigmático. …E isto é que é a “questão fundamental”…
Eh,eh,eh!…
Boa!!! Hehehe…
Concordo com o comentário. Mas… parece-me que a delambida da demagogia também anda metida na contra-dança.
:)))
E a Retórica? Essa come a Demagogia ao pequeno-almoço!
Ahh! Por isso a Retórica normalmente é obesa. Tanta gordura nos ‘pronunciamentos’. Nunca tinha percebido porquê!
Mas, como hoje é dia de Camões, podemos sempre lembrar que
“Outra mudança faz de mor espanto:
Que não se muda já como soía.”
:)))