«Se tiver que haver um aumento de impostos, teremos que recorrer a soluções dessa natureza, sendo elas necessárias.»
(Ministro Teixeira dos Santos aos jornalistas)
«Se tiver que haver um aumento de impostos, teremos que recorrer a soluções dessa natureza, sendo elas necessárias.»
(Ministro Teixeira dos Santos aos jornalistas)
João, não apenas as palavras, também a iliteracia.
Com tanta profundidade…
Perante as dificuldades orçamentais que o país apresenta deveria ter algum cuidado com as ideias que expressa. Não vá alguém lembrar-se de inovar e criar um imposto que incida sobre as palavras proferidas em excesso durante o ano económico respectivo.
Dava um jeitaço.
Jorge Palma diz: Deixa-me rir!
Adopte precauções acrescidas. Os risos desprevenidos estão a ser hipotecados…ouvi. Sorria, mas discretamente. (ehehe..)
Eu completo a frase – Se as palavras pagassem imposto este gajo andava todo carimbado.
Não era isso que dizia o Solnado?
Incrível. Mas podemos tratá-lo por senhor, que ele fica todo contente, Pedro. E continua a ser incrível.
‘Teixeirasantês’ do mais genuíno que se pode encontrar!
Podes dizê-lo.
Entre o futebol e Fátima, o fado do costume: quebra-se outra promessa eleitoral, com a desfaçatez de sempre. Só mesmo o Abrantes aplaude.
O Abrantes recorre a soluções de qualquer natureza, desde que lhe paguem.
Como percebo pouco de gramática explique-me se a verbalização está correcta : é condicional, um imperativo ou um futuro imperfeito.
Não é o meu forte, mas vejo o futuro muito imperfeito.
Problemas na net , não sei se o comentário chegou ao destino. Rezava assim: ” com frases desta profundidade, fico todo arrepiado, com os cabelos todos em pé ( O que vale é que sou careca, são menos uns quantos ). O Governo brinca com o pessoal e NÓS TODOS, ( João, desculpe ferir a audição visual ), somos uns brincalhões e vamos deixando. Ora agora brincas tu, ora agora brinco eu, ora agora brincas tu, brincas tu mais eu. Com mais imposto…. ( res )s……não sei onde vamos parar!?
Vou fazer de conta que não o vi gritar…
Vamos parar ao fundo. Já faltou mais.
Fundo, fundo, fundo, talvez não. Parece que alguém nos vai ensinar e ser gregos, bolas! Não é isto que quero dizer, mas não sei apagar. O que quero dizer é que alguém nos vai ensinar a viver dos juros do empréstimo feito para emprestarmos aos gregos. Empréstimo para emprestar, hoje não acerto mesmo uma. Então alguém vai pedir emprestado para emprestar?
Nós, Zé.