O Banco de Portugal decidiu suspender vários administradores do Banco Privado Português que ainda se mantinham em funções, transitados do tempo de Joâo Rendeiro. A decisão teve por base a detecção de irregularidades passíveis de configurar uma gestão danosa, como seja a falta de provimentos que a lei estabelece. Só não sei se a actuação do Banco de Portugal é um bocadinho tardia. O que é que acham?


Que deviam suspender a administração do banco de Portugal, isto pela brilhante actuação que teve neste caso.
Que coisa! Só porque falhou neste caso?!?
Boa noite João Carvalho,
Opinei assim há um bocado
http://atributos-1.blogspot.com/2009/02/i sto-esta-se-compor.html
Melhores cumprimentos
JM
Muito bem, caríssimo. Um abraço para si.
Tarde?, não de maneira nenhuma! Não nos esqueçamos que a “supervisão” do Banco de Portugal tem um “ritmo” de trabalho muito próprio. E neste caso do Banco Privado, até podemos considerar que está a ser “supersónico”, se compararmos com os sete anos que andou a “supervisionar” o BPN.
E por falar em “sete anos”, lembrei-me agora do meu “homónimo”, Camões. Aí vai, então:
«Sete anos de pastor Jacob servia,
Labão, pai de Raquel, serrana bela,
Mas não servia o pai, servia a ela,
Que a ela só por prémio pretendia…»
Só não sei se estes Jacob, Labão e Raquel serão alguns dos administradores do BPP ora suspensos…mas lá que há muitos pastores neste caso, ai isso há!
Também não sei, mas parece-me que aquele não era Labão; era Lambão…