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Bem sacada, Ana.
E essas férias? Hehe…
Excelentes as férias, João. Acabei agora mesmo de ligar o computador e ainda estou a sacudir as últimas brumas das Flores. Vou demorar um bocadinho a voltar à Terra…
Ainda tenho uns dias de férias na próxima semana, mas a silly season está praticamente no fim, para mim. Esta semana é de trabalho.
Ainda bem que gostaste. Para a próxima, vem aos Açores. Hehehe…
Eheh. Realmente, as Flores não são bem deste mundo. Nem sequer dos Açores, por muito bonitas que sejam as outras ilhas. A nossa amiga cubana diz que não ficam atrás dos Andes, em beleza.
A cubana do Peru?
LOL. Eu não disse que ainda não aterrei??
A peruana, claro!
Esta é fabulosa.
Também achei uma delícia, Pedro. E agora vou deixar-me de tontices de Verão. As eleições que aí vêm vão chegar e sobrar para nos encher os dias de tontices, infelizmente.
Antológica!
Outro Must! Muito bom mesmo.
Bem regressada, Ana.
:)))
Obrigada, Maria do Sol.
Cá estou de novo no batente.
🙂
Muito especial esse apontamento… Veio muito inspirada das Flores (não é que não o seja, sempre, é só um pretexto para falar da ilha das flores), Ana, o que fazem as belezas açorianas…;))
Obrigada, Ana, pela sua referência às Flores – eu sou açoriana.
Adoro os Açores, Maria, mas as Flores suplantam tudo o que tinha visto antes. Incluindo S. Miguel, que eu achava imbatível. Parabéns pela sua terra.
Nem é preciso nascer nos Açores para se ser açoriano, Maria. É uma coisa que se instala em nós e não há como sacudi-la.
Confirmo. Eu, por exemplo, nasci nos Açores há dois ou três anos.
Está certo, certíssimo, e é quase do senso comum, rendo-me;))
Ana ,obrigada, só dei o devido valor à minha terra quando de lá saí e agora que voltei, costuma ser assim, não é?
João, pensei que fosse açoriano da ilha terceira (terra da minha mãe e avó), mas, não sendo, então a sua opinião ainda se torna mais isenta – aprecio-a, muito.
A verdade, Maria, é que sou portuense, mas um bocado portuense do mundo.
Actualmente, levo três anos de São Miguel e vai para um ano de Terceira. Rendi-me há muito.