http://www.tvi24.iol.pt/politica/25-de-abril-deputados-ignorancia-tvi24/1343694-4072.html
Estas imagens são arrasadoras. O respeito que se deve à função de deputado é curto-circuitada pelo própria ignorância dos eleitos acerca do regime no qual ascenderam à condição de protagonistas. Isto não é uma questão de cultural geral, de conhecimento escolar da história – é uma questão política. Quem é que eles representam além da organização que os escolheu?
Depois é sempre a descer: a língua de pau do rapazinho engravatado que foge à questão com ridículas generalidades; a total falta de decoro emocional (falta de educação, filha) da menina do PSD; a submissa ortodoxia da jovem do PC a dizer que foi ali parar porque o partido mandou e o relaxamento blasé do moço creio que do Bloco, o partido que tem os quadros políticos há mais tempo em actividade do espectro parlamentar. Para maior desconsolo resta-nos imaginar que a tremenda má fé desta reportagem poderia fazer ricochete se fosse atirada contra as redações que gostam tanto de apontar o dedo – diz o roto ao nu.

Só não concordo com a parte da má fé. Para mim foi muito esclarecedor, autêntico serviço público.
Concordo, Teresa.
Mas alguém tinha dúvidas que ali não prima a inteligência? São espertos mas apenas para proteger os seus interesses 4/os-burros-da-assembleia.html
http://www.largodascalhandrices.com/2012/0
Para mim tanto me faz, se sabem quem eram D. Josefa Maria das Neves ou Ana Rita de Almeida.
Mas ninguém lhes pergunta concretamente se têm algum projecto definido para cooperar independentemente de quem governa. De facto é mais fácil pagar para ver a insultarem-se na casa da democracia e a remexer nos “mortos”.
…quando têm fome querem é comer:).
Cooperaram para levar o País para a bancarrota. Quer mais cooperação que esta?
O lucklucky, eu escrevi cooperar, coisa muito rara que por lá se passa.
Quem levou o país para a banca rota foram eles com o consentimento de quem lhes emprestava, para estado e toda a população se poder endividar. Agora, o estado está “emprestado” a aguardar que alguma mente singular venha tirar o país desta situação, mas eu não sou com certeza. E repito, quando têm fome querem é comer.
O português comum tem uma frase com que remata a eito estas coisas: Uma vergonha! Aqui aplica-se na perfeição.