De votar num amigo na primeira volta das presidenciais e noutro amigo na segunda volta. Nunca se sabe.
68 comentários em “Sou bem capaz”
Uma coisa é certa, na segunda volta, vai ter de escolher entre dois amigos. E o que perder vai lembrar-se de si de certeza na próxima campanha de vacinação. Como diz o velho ditado ” a amizade acaba onde começa a urna “.
Não escolho entre amigos. Prefiro votar neles. O candidato em que você terá votado em 1976 tinha como estribilho eleitoral “Na Presidência um Amigo”. Agora até julgo ser uma boa frase.
Por acaso nunca votei nesse, mas as frases dele até eram espirituosas. Foi pena foi não ter conseguido metê-los todos no Campo Pequeno, aí sim é que tinha sido um bom serviço à Pátria.
Mantive-o secreto, para já. Com tantos candidatos, não é fácil perceber de quem falo. Aliás ainda irão saltar mais dois para a arena: o inenarrável Tino de Rãs, confundindo presidência de junta de freguesia com a Presidência da República, e o historiador Tavares, seriamente apostado em encolher ainda mais a esquerda.
Conforme prescreve a Constituição da República Portuguesa, o voto é secreto, por uma questão de protecção legal dos cidadãos. Mas nada impede que qualquer cidadão possa, por livre iniciativa, revelar o sentido do seu voto. Portanto, o voto só será secreto se o cidadão assim o quiser.
No nosso sistema eleitoral, em cada volta da eleição presidencial você só é autorizado a por um único ovo. (Há sistemas eleitorais em que pode por mais do que um ovo.)
Pois claro meu caro, mas no norte ainda se diz “põe-te no c…. antes que o c… se ponha em ti”, e isso tem um significado e deve meter galos. Homem (homem ainda leva h, certo ?) avisado é homem prevenido e não emprenha de ouvido, ou seja, quem te avisa teu amigo será.
Creio que muitas mulheres seguem esse critério. E neste caso o mais giro é, de longe, o almirante. (É, em minha opinião, pela mesma razão que João Cotrim de Figueiredo angariou tantos votos para a Iniciativa Liberal nas eleições europeias.)
Sim, Montenegro tem uns olhos giros. O almirante tem olhos verdes, que são ainda mais apreciados que os azuis. A amiga do Pedro Correia, e muitas outras mulheres, não terão qualquer hesitação em votar nele. (Olhos verdes são apreciados também no estrangeiro. Veja-se que a Time, racista como muitos americanos brancos, fez uma vez uma capa com uma mulher de olhos verdes que encontrou no Afeganistão. E o Presidente da República tem competências em matéria de política dos Negócios Estrangeiros…) E o eleitorado feminino é metade do eleitorado total.
Sempre considerei os verdes muito superiores aos azuis.
Nada como uns olhos castanhos de André Ventura o próximo presidente da república
Por acaso, eu também. Os olhos e o resto…
Pouco indaguei até agora sobre as convicções clubísticas dos candidatos. Mendes e Cotrim, sei que são benfiquistas. Ventura é lampião: andou aos gritos durante anos num canal de berraria televisiva em louvor e hossanas a Luís Filipe Vieira. António Filipe, apesar de ser vermelho, é do Belenenses. O Almirante, que se diz do centro, é capaz de ser da Académica
Sempre achei graça a essa coisa de “ser do Belenenses ou da Académica”. Curiosamente, acontece com alguma frequência quando alguém não se quer comprometer publicamente com certas preferências clubísticas, sobretudo as relativas a algum dos ditos “clubes grandes”…
Ser genuinamente do Belenenses ou da Académica tem tanto mérito como ser adepto de outro clube qualquer, mas quando se afirma isso para parecer mais “isento” ou para livrar-se de alguma eventual polémica, já me parece iminentemente hipócrita.
E também devo dizer que, pela minha experiência, quando alguém afirma que é do Belenenses ou da Académica, quase sempre é adepto do Benfica, mas, pelos mais variados motivos, prefere não o assumir…
Claro que este “estudo” foi feito por mim e, assim sendo, torna-se muito difícil apresentar dados estatísticos, devidamente validados, que permitam comprovar esta minha convicção…
Paula, conheço pessoas muito amigas (e até familiares) que são mesmo fervorosas adeptas desses dois clubes. Quanto ao Belenenses, há uma aversão ao Sporting de algum modo compreensível porque eles perderam o segundo campeonato da sua história (e último) quando iam na frente, devido a um jogo do Sporting a meio da década de 50, talvez mesmo em 1955. Sou capaz de entender isso.
Mas esses, Pedro, são genuínos adeptos desses dois clubes. O que contesto são os outros…
Desconhecia o facto que refere, envolvendo o Belenenses e o nosso Sporting. Dessa forma, torna-se mais fácil entender a aversão que (ainda) parece perdurar.
Esta, moi je, de entre as muitas outras mulheres, não terá a mínima dúvida. E não só pelos olhos, que como se só não bastassem para um voto em consciência patriótica, a postura e o cabelo dissipam as derradeiras dúvidas que numa mulher de gosto requintado como eu, hipoteticamente ainda subsistissem.
Caro balio, Penso que se refere a esta foto: https://en.wikipedia.org/wiki/Afghan_Girl A miúda é afegã mas a fotografia foi obtida no Paquistão. A revista em causa é a National Geographic e não a Time, convenhamos que não será bem a mesma coisa.
Sim, a fotografia é essa. Tirada durante a invasão soviética do Afeganistão, tinha por objetivo subliminar mostrar os afegãos como um povo que até é de uma raça superior, e portanto digna de ajuda, uma vez que até os há com olhos verdes. A National Geographic não será o mesmo que a Time, mas o racismo entre os americanos brancos que lhes está subjacente é o mesmo.
Caro balio…
Não foi a TIME, foi a NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE de Junho de 1985. A fotografada chama-se Sharbat Gula e é uma afegã da tribo pastum. O fotógrafo que a imortalizou foi o Steve McCurry. Foi em Dezembro de 1984, no campo de refugiados de Nasir Bagh, perto de Peshawar (Paquistão).
Mais informações na NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE de Junho de 1985, na NATIONAL GEOGRAPHIC de Abril de 2002 (edição portuguesa), no documentário “OS OLHOS DE SHARBAT GULA” (NATIONAL GEOGRAPHIC CHANNEL, 16 de Abril de 2002, às 22 horas), em nationalgeographic.pt/revista/0402/default.asp.
A NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY, para a qual fui convidado para “member” em 1993 (fui “member” durante 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2000), para ajudar raparigas e mulheres afegãs, criou um organismo que tem permitido que raparigas continuem os seus estudos, que mulheres analfabetas deixem de o ser e que possam ter uma vida melhor.
AFGHAN GIRLS FUND Development Office NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY 1145 17th Street, NW Washington, D. C. 20036 UNITED STATES OF AMERICA
P. S.: Fui eu que sugeri ao Gilbert M. Grosvenor, nos anos 90, então “President” da NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY, “President and Chairman” da NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE e “Chairman” da “BOARD OF TRUSTEES”, que a NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE tivesse uma edição em português e em outras línguas. O número 1 da edição em português é de Abril de 2001.
O conceito de notícia é que tem sido muito expandido. E o de manchete jornalística também. Vou jantar em breve com três ou quatro compinchas a ver se daí também resulta “informação”.
Ah, um “grupo jantante”. A comunicação social anda por estes dias muito interessada nessas práticas de mastigação. O fenómeno é velho de mais de um século, na verdade. Embora desta vez pareça ser uma outra refeição a que a mantém em ânsias. E não será no Bragança, em todo o caso.
Há muitos meses vaticinei que se o almirante se mantivesse calado, aparecesse fardado e até de camuflado, de corpo inteiro para evidenciar a altura e só permitisse fotos de proximidade a cores a exibir os olhos azuis, seria eleito à primeira volta. Fez o contrário e agora, adivinho que por má influência de Rui Rio, quer caçar no eleitorado de Seguro. Vai falhar estrondosamente e arrisca-se a não passar à segunda volta. Com os dois candidatos (M.M. e A.V.) cm as maiores taxas de rejeição mais os idiotas que acham que é bom o conselho de Mário Soares (não pôr dois ovos no mesmo cesto, neste caso Belém e S. Bento) a probabilidade de Seguro em Belém, sobe significativamente.
Já houve alguma sondagem depois das declarações que fez sobre imigrantes após 10 anos serem iguais a portugueses nascidos em Portugal? E sobre Mário Soares? E já reparou que cada vez que abre a boca desce nas sondagens?
Comigo é ao contrário: vejo “coisas interessantes” na maioria. Mas lamento, uma vez mais, que seja um clube quase restrito apenas a cavalheiros. Cento e quinze anos de república, incluindo meio século de democracia, e nem uma mulher no topo do Estado. Neste aspecto regrediu-se em relação à monarquia.
Como não voto em candidatas ou em candidatos pelo seu aspecto físico, mas sim pelo seu currículo, pelo seu percurso e pelas provas dadas, assim como pelo seu desempenho nas entrevistas e nos debates, ainda não decidi para quem vai o meu voto. Aguardo pelas entrevistas e pelos debates. Alguns nomes já estão excluídos…
P. S.: A lista não está fechada. Ainda vão aparecer mais…
Toda a gente vota também em função do aspecto físico das pessoas que se candidatam. Não consta que tenham sido eleitos marrecos ou coxos ou zarolhos. Geralmente são mais altos do que a maioria e é difícil aparecer um gordo. Aliás não por acaso temos hoje um PR de olhos verdes e um PM de olhos azuis. Pertencendo ambos a minorias absolutas, nesse aspecto, em Portugal.
Estas eleições Preesidenciais tem um vasto grupo de candidatos, o que desde já acho estranho, mas o lugar é apetecível e depois muitos estão lá só para terem esses minutos de fama de que falou um dia “Andy Warhol”. De qualquer modo penso que estas eleições são das mais importantes das útimas décadas da Democracia. Seja qual for o sentido de voto dos votantes é mais do que nuncaimportante ir votar e colocar a cruz num deles, porque desta vez na minha simples opinião votar em branco ou anular o boletim é um mau serviço à democracia. Os melhores cumprimentos.
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Uma coisa é certa, na segunda volta, vai ter de escolher entre dois amigos. E o que perder vai lembrar-se de si de certeza na próxima campanha de vacinação.
Como diz o velho ditado ” a amizade acaba onde começa a urna “.
Não escolho entre amigos. Prefiro votar neles.
O candidato em que você terá votado em 1976 tinha como estribilho eleitoral “Na Presidência um Amigo”. Agora até julgo ser uma boa frase.
Por acaso nunca votei nesse, mas as frases dele até eram espirituosas. Foi pena foi não ter conseguido metê-los todos no Campo Pequeno, aí sim é que tinha sido um bom serviço à Pátria.
Isso era quando ele andava «montado no cavalo do poder», ansioso por ser «o Fidel Castro da Europa».
Nem lhe faltava o charuto.
que bom , estou dispensada do frete , tenho um rei.
Em Portugal também há reis. O célebre “Rei dos Pneus” recandidata-se à presidência do Benfica.
Rei dos Pneus? Só conheço o Rei dos Frangos
É alma gémea do outro. Ambos monárquicos fervorosos.
lol, Pedro! O voto é suposto ser secreto…
Mantive-o secreto, para já. Com tantos candidatos, não é fácil perceber de quem falo. Aliás ainda irão saltar mais dois para a arena: o inenarrável Tino de Rãs, confundindo presidência de junta de freguesia com a Presidência da República, e o historiador Tavares, seriamente apostado em encolher ainda mais a esquerda.
Rans
é uma aldeia do concelho de Penafiel
Os girinos em Rans já podem votar?
Conforme prescreve a Constituição da República Portuguesa, o voto é secreto, por uma questão de protecção legal dos cidadãos. Mas nada impede que qualquer cidadão possa, por livre iniciativa, revelar o sentido do seu voto. Portanto, o voto só será secreto se o cidadão assim o quiser.
Ora aí está.
É um direito, não um dever.
O Pedro Correia é amigo de Marques Mendes e A.J. Seguro.
O Professor Karamba acaba de enviar um estafeta a esta caixa de comentários. Registo o facto com algum agrado.
Bem feito era votar nas duas voltas no mesmo amigo. Digo eu, que não adivinho.
Mário Soares recomendava aos portugueses nunca porem os ovos no mesmo cesto. Eu nunca votei nele, mas registei o conselho.
No nosso sistema eleitoral, em cada volta da eleição presidencial você só é autorizado a por um único ovo.
(Há sistemas eleitorais em que pode por mais do que um ovo.)
Soares falava à moda antiga. O verbo pôr foi banido: agora só se diz e escreve “colocar”. As galinhas “colocam” ovos e o sol “coloca-se” no horizonte.
Pois claro meu caro, mas no norte ainda se diz “põe-te no c…. antes que o c… se ponha em ti”, e isso tem um significado e deve meter galos.
Homem (homem ainda leva h, certo ?) avisado é homem prevenido e não emprenha de ouvido, ou seja, quem te avisa teu amigo será.
Aí ainda não é possível contemplar um belo “colocar-do-sol”?
A política portuguesa é tão desastrada que tanto candidato se parece com nenhum.
Há vários critérios para votar. Uma amiga minha diz que vota «sempre no mais giro». Seja lá o que isso for.
Creio que muitas mulheres seguem esse critério. E neste caso o mais giro é, de longe, o almirante.
(É, em minha opinião, pela mesma razão que João Cotrim de Figueiredo angariou tantos votos para a Iniciativa Liberal nas eleições europeias.)
Essa minha amiga votou Montenegro. Por ter «lindos olhos azuis».
Sim, Montenegro tem uns olhos giros.
O almirante tem olhos verdes, que são ainda mais apreciados que os azuis. A amiga do Pedro Correia, e muitas outras mulheres, não terão qualquer hesitação em votar nele.
(Olhos verdes são apreciados também no estrangeiro. Veja-se que a Time,
racista como muitos americanos brancos, fez uma vez uma capa com uma mulher de olhos verdes que encontrou no Afeganistão. E o Presidente da República tem competências em matéria de política dos Negócios Estrangeiros…)
E o eleitorado feminino é metade do eleitorado total.
Sempre considerei os verdes muito superiores aos azuis.
Nada como uns olhos castanhos de André Ventura o próximo presidente da república
Por acaso, eu também. Os olhos e o resto…
Pouco indaguei até agora sobre as convicções clubísticas dos candidatos.
Mendes e Cotrim, sei que são benfiquistas. Ventura é lampião: andou aos gritos durante anos num canal de berraria televisiva em louvor e hossanas a Luís Filipe Vieira.
António Filipe, apesar de ser vermelho, é do Belenenses.
O Almirante, que se diz do centro, é capaz de ser da Académica
Sempre achei graça a essa coisa de “ser do Belenenses ou da Académica”. Curiosamente, acontece com alguma frequência quando alguém não se quer comprometer publicamente com certas preferências clubísticas, sobretudo as relativas a algum dos ditos “clubes grandes”…
Ser genuinamente do Belenenses ou da Académica tem tanto mérito como ser adepto de outro clube qualquer, mas quando se afirma isso para parecer mais “isento” ou para livrar-se de alguma eventual polémica, já me parece iminentemente hipócrita.
E também devo dizer que, pela minha experiência, quando alguém afirma que é do Belenenses ou da Académica, quase sempre é adepto do Benfica, mas, pelos mais variados motivos, prefere não o assumir…
Claro que este “estudo” foi feito por mim e, assim sendo, torna-se muito difícil apresentar dados estatísticos, devidamente validados, que permitam comprovar esta minha convicção…
Paula, conheço pessoas muito amigas (e até familiares) que são mesmo fervorosas adeptas desses dois clubes.
Quanto ao Belenenses, há uma aversão ao Sporting de algum modo compreensível porque eles perderam o segundo campeonato da sua história (e último) quando iam na frente, devido a um jogo do Sporting a meio da década de 50, talvez mesmo em 1955. Sou capaz de entender isso.
Mas esses, Pedro, são genuínos adeptos desses dois clubes. O que contesto são os outros…
Desconhecia o facto que refere, envolvendo o Belenenses e o nosso Sporting. Dessa forma, torna-se mais fácil entender a aversão que (ainda) parece perdurar.
Esta, moi je, de entre as muitas outras mulheres, não terá a mínima dúvida.

E não só pelos olhos, que como se só não bastassem para um voto em consciência patriótica, a postura e o cabelo dissipam as derradeiras dúvidas que numa mulher de gosto requintado como eu, hipoteticamente ainda subsistissem.
Caro balio, rl
Penso que se refere a esta foto:
https://en.wikipedia.org/wiki/Afghan_Gi
A miúda é afegã mas a fotografia foi obtida no Paquistão.
A revista em causa é a National Geographic e não a Time, convenhamos que não será bem a mesma coisa.
Sim, a fotografia é essa. Tirada durante a invasão soviética do Afeganistão, tinha por objetivo subliminar mostrar os afegãos como um povo que até é de uma raça superior, e portanto digna de ajuda, uma vez que até os há com olhos verdes.
A National Geographic não será o mesmo que a Time, mas o racismo entre os americanos brancos que lhes está subjacente é o mesmo.
Caro balio…
Não foi a TIME, foi a NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE de Junho de 1985.
A fotografada chama-se Sharbat Gula e é uma afegã da tribo pastum.
O fotógrafo que a imortalizou foi o Steve McCurry. Foi em Dezembro de 1984, no campo de refugiados de Nasir Bagh, perto de Peshawar (Paquistão).
Mais informações na NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE de Junho de 1985, lt.asp.
na NATIONAL GEOGRAPHIC de Abril de 2002 (edição portuguesa),
no documentário “OS OLHOS DE SHARBAT GULA” (NATIONAL GEOGRAPHIC CHANNEL,
16 de Abril de 2002, às 22 horas), em nationalgeographic.pt/revista/0402/defau
A NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY, para a qual fui convidado para “member” em 1993
(fui “member” durante 1994, 1995, 1996, 1997, 1998, 1999 e 2000), para ajudar raparigas
e mulheres afegãs, criou um organismo que tem permitido que raparigas continuem
os seus estudos, que mulheres analfabetas deixem de o ser e que possam ter uma
vida melhor.
AFGHAN GIRLS FUND
Development Office
NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY
1145 17th Street, NW
Washington, D. C. 20036
UNITED STATES OF AMERICA
P. S.: Fui eu que sugeri ao Gilbert M. Grosvenor, nos anos 90, então “President” da NATIONAL GEOGRAPHIC SOCIETY, “President and Chairman”
da NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE e “Chairman” da “BOARD OF TRUSTEES”,
que a NATIONAL GEOGRAPHIC MAGAZINE tivesse uma edição em português
e em outras línguas. O número 1 da edição em português é de Abril de 2001.
Cumprimentos.
João Barros da Costa
JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT
Não sei porquê mas estou a ver esta eleição um bocado abichanada.
Porquê? O PAN também tem candidata?
Não me diga que se o PAN tivesse candidato o voto também era para o animal que tivesse os olhos mais bonitos.
O que tem, o Carlos Sousa contra o charme masculino?
😂😂
Por esse critério, não voto em ninguém. Com franqueza, não vejo nenhum giro… Portanto, vai daí, lá terei que encontrar outro critério…
Não menospreze assim o Tino de Rans.
Sem querer menosprezar ninguém, o Tino de Rans também não me “desassossega”…
O único que desfila algum charme, quiçá, até, um certo “sex appeal”, é o Cotrim, mas, ao mesmo tempo, é muito “betinho” para o meu gosto…
Portanto, o que me resta? Resta-me, talvez, assistir a todos os debates (“cruzes, credo”), se até lá “não se me fizer alguma Luz ou epifania”…
Amiga com muito bom gosto.
Ou o conceito de amigo foi muito expandido ou não se percebe porque não aparece em jantares que fazem notícia no Expresso.
O conceito de notícia é que tem sido muito expandido. E o de manchete jornalística também. Vou jantar em breve com três ou quatro compinchas a ver se daí também resulta “informação”.
Ah, um “grupo jantante”. A comunicação social anda por estes dias muito interessada nessas práticas de mastigação. O fenómeno é velho de mais de um século, na verdade. Embora desta vez pareça ser uma outra refeição a que a mantém em ânsias.
E não será no Bragança, em todo o caso.
Sugestões para o efeito não faltam. Há três meses deixei aqui algumas: omer-16-18181164
https://delitodeopiniao.blogs.sapo.pt/c
Há dias voltei a um destes restaurantes. Continua a ser muito recomendável, confirmo.
O Bragança, ainda o conheci mas já na decadência. E o Tavares está encerrado há uns anos para alegadas obras de “reabilitação”.
Penso que estamos todos a substimar o potencial vencedor, sistematicamente ostracizado pelas sondagens e principais meios de comunicação social.
https://leiturasimprovaveis.blogs.s apo.pt/ja-ganhou-196793

Eheh. Esse devia ter coragem, ao menos desta vez, de ir mesmo a votos. É o campeão das falsas partidas.
Há muitos meses vaticinei que se o almirante se mantivesse calado, aparecesse fardado e até de camuflado, de corpo inteiro para evidenciar a altura e só permitisse fotos de proximidade a cores a exibir os olhos azuis, seria eleito à primeira volta.
Fez o contrário e agora, adivinho que por má influência de Rui Rio, quer caçar no eleitorado de Seguro. Vai falhar estrondosamente e arrisca-se a não passar à segunda volta. Com os dois candidatos (M.M. e A.V.) cm as maiores taxas de rejeição mais os idiotas que acham que é bom o conselho de Mário Soares (não pôr dois ovos no mesmo cesto, neste caso Belém e S. Bento) a probabilidade de Seguro em Belém, sobe significativamente.
Nas sondagens que tenho visto, o Almirante – já sem farda – aparece sempre em primeiro. Talvez me tenha escapado alguma.
Já houve alguma sondagem depois das declarações que fez sobre imigrantes após 10 anos serem iguais a portugueses nascidos em Portugal? E sobre Mário Soares? E já reparou que cada vez que abre a boca desce nas sondagens?
Não reparei até porque, repito, continuo a vê-lo à frente em todas as sondagens.
Por acaso sinceramente não vejo nenhuma coisa com interesse em nenhum dos candidatos
Comigo é ao contrário: vejo “coisas interessantes” na maioria.
Mas lamento, uma vez mais, que seja um clube quase restrito apenas a cavalheiros. Cento e quinze anos de república, incluindo meio século de democracia, e nem uma mulher no topo do Estado. Neste aspecto regrediu-se em relação à monarquia.
Como não voto em candidatas ou em candidatos pelo seu aspecto físico,
mas sim pelo seu currículo, pelo seu percurso e pelas provas dadas,
assim como pelo seu desempenho nas entrevistas e nos debates,
ainda não decidi para quem vai o meu voto. Aguardo pelas entrevistas
e pelos debates.
Alguns nomes já estão excluídos…
P. S.: A lista não está fechada. Ainda vão aparecer mais…
Cumprimentos.
João Barros da Costa
JOAO.BARROS.DA.COSTA@SAPO.PT
Toda a gente vota também em função do aspecto físico das pessoas que se candidatam. Não consta que tenham sido eleitos marrecos ou coxos ou zarolhos. Geralmente são mais altos do que a maioria e é difícil aparecer um gordo. Aliás não por acaso temos hoje um PR de olhos verdes e um PM de olhos azuis. Pertencendo ambos a minorias absolutas, nesse aspecto, em Portugal.
Provavelmente também me vai acontecer o mesmo, mesmo sem grandes afectos ou sequer afinidades com os candidatos. Lá terá que ser.
Votar em função do bom aspecto ou privilegiar a amizade como critério?
Estas eleições Preesidenciais tem um vasto grupo de candidatos, o que desde já acho estranho, mas o lugar é apetecível e depois muitos estão lá só para terem esses minutos de fama de que falou um dia “Andy Warhol”. De qualquer modo penso que estas eleições são das mais importantes das útimas décadas da Democracia. Seja qual for o sentido de voto dos votantes é mais do que nuncaimportante ir votar e colocar a cruz num deles, porque desta vez na minha simples opinião votar em branco ou anular o boletim é um mau serviço à democracia.
Os melhores cumprimentos.
Sem dúvida.
Votar em branco, nunca. É uma estupidez.