Soy comunista, pero…


Paulo Sousa,

Com a paixão justicialista acampada nas ruas de Madrid, convido-vos a assistir a uma verdadeira aula de ciência política.

7 comentários em “Soy comunista, pero…”

  1. É comunista, mas não é parvo. Que os capitalistas abdiquem dos seus bem em prol do proletariado, caramba! Os comunistas é que não!

    1. Há dois tipos de comunistas. Os que não entendem bem aquilo que defendem, que são os ignorantes e os que entendem mas que no fundo não abdicam dos seus privilégios, que são os desonestos. Num regime comunista, as classes dirigentes são constituintes por estes últimos.
      É o caso do espécime aqui entrevistado.

  2. É velha máxima, o socialismo e/ou comunismo acabam assim que o dinheiro dos outros chega ao fim. Eles defendem sempre a ajuda aos mais pobres e o sistema público mas depois vivem em valentes condomínios de luxo e metem os filhinhos nos melhores (e mais caros) colégios privados e recorrem sistematicamente aos grupos de saúde privados. Por cá temos muitos destes sujeitos alapados ao poder e na AR. Começando no Rui Tavares e acabando na Alexandra Leitão, 2 ótimos exemplares dos comunistas/socialistas com o dinheiro dos outros… fazer brilharetes com a carteira dos outros é muito fácil e não (nos) custa nada, uma maravilha!

    1. Neste caso é um comunista, que pela natureza das coisas despreza a economia de mercado, mas que tem um plano de negócio para rentabilizar e pagar o seu imóvel. É óptimo ter um plano de negócio para rentabilizar e pagar um imóvel, recomendo-o a todos, mas vindo de um manifestante em Madrid, que grita contra os fundos “abutres” (devem voar em círculos) por estes terem um plano de negócio para rentabilizar e pagar um imóvel, é delicioso.

  3. Na realidade, o insólito aqui é mesmo um rapaz que manifestamente não se sabe exprimir. Compará-lo ao fundos que tornam insuportável alguém comprar uma casa no centro das grandes cidades, isso sim é uma análise muito inteligente. Como inteligente é falar de comunismo, ou socialismo ao nível de conversa de tasca.
    Já para não mencionar do anacromismo maior do reel, que aparentemente passou despercebido. Nada que me espante, dado a elevação da análise.

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