Mário Crespo insurgiu-se no JN (aqui) contra as propostas de José Sócrates sobre o casamento entre homossexuais e de Almeida Santos sobre a eutanásia, para assinalar que elas «em comum têm a ausência de vida» e para concluir que «Sócrates e Santos não querem discutir meios de cuidar da vida (que era o que se impunha nesta crise)». Vai daí, Rogério da Costa Pereira atira-se no Jugular (aqui) a Mário Crespo, pese embora nada explicar de concreto sobre a sua manifesta agitação.
No fundo, o que se infere parece ser uma coisa muito simples: um discorda daquelas propostas e o outro concorda com elas. Afinal, são iguais a todos nós: uns sim, outros não. Por isso, não se percebe o que Costa Pereira podia ter para acrescentar em oposição a Crespo e menos ainda por que razão é que nada acrescentou. Que diabo: se eu tanásia e tu tanásias, porque é que ele queria tanasiar e não tanasiou também?…
