Tento na língua


Carlos Barbosa de Oliveira,

Será provavelmente defeito meu, mas custa-me aceitar que haja gente a usar esta linguagem para se referir aos homossexuais.

Já agora, aproveito para esclarecer que bastará uma alteração ao Código Civil (que o PS recusou) para legalizar o casamento, não é necessária nenhuma alteração constitucional, como por aí tenho lido.

13 comentários em “Tento na língua”

  1. Carlos,

    a mim não me custa nada aceitar que alguém faça aquilo. Se reparar no numero de comentários vai perceber a razão.

    Escreve-se eu aquilo, coisa que eu era incapaz, tenho coluna vertebral, provavelmente ninguém me lia ou comentava.

    O marketing é lixado e esta gente sabe fazê-lo.

  2. A mim também me custa aceitar,certas pessoas não devem saber que existe, um documento que se chama:Declaração Universal dos Direitos do Homem, que nos diz:
    “Artigo 1.º
    Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e em direitos.
    Dotados de razão e de consciência, devem agir uns para com os outros em espírito
    de fraternidade.

    Artigo 2.º
    Todos os seres humanos podem invocar os direitos e as liberdades
    proclamados na presente Declaração, sem distinção alguma, nomeadamente de
    raça, de cor, de sexo, de língua, de religião, de opinião política ou outra, de origem
    nacional ou social, de fortuna, de nascimento ou de qualquer outra situação. Além
    disso, não será feita nenhuma distinção fundada no estatuto político, jurídico ou
    internacional do país ou do território da naturalidade da pessoa, seja esse país ou
    território independente, sob tutela, autónomo ou sujeito a alguma limitação de
    soberania.”

    Aqui nada nos fala se são homossexuais ou heterosexuais.

  3. Lamentável. E encontrei uma regra curiosa na caixa de comentários do Blasfémias: “Qualquer comentário onde se utilizem expressões insultuosas ou se difunda calúnias referentes a quem quer que seja será apagado logo que detectado.”

    Não deixa de ter a sua graça, não é?

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