Mário Crespo, escreveu um artigo sobre o gravissimo caso da TVI, sendo Mário Crespo uma pessoa incontornavel no jornalismo português, gostava de conhecer a sua opinião ?
«Sinceramente gostava de saber a sua opinião sobre o artigo de Mario Crespo?» Esta sua pergunta é dirigida a quem? Só V. é que saberá responder a si próprio, não? Que ideia mais bizarra essa de perguntar a outro se V. gostava ou não de alguma coisa.
Que dificuldade para chegar hoje aqui, vim das lagoas…:)) Com tantos comentários e hipóteses avançadas eu deveria ficar quieta, mas,, não, mulher das Ilhas é assim – não se inibe de dar o seu palpite e quanto mais melhor:)) Será o velho Ganges ou Benares (em hindi Gaṅgā) no filme “Le Fleuve ” (O Rio Sagrado) de Jean Renoir – 1951 ? O qualquer outro filme que porventura tenha o “rio”, dito, sagrado (no hinduísmo) como cenário natural .Algum dos filmes da vasta filmografia de Satyajit Ray – realizador indiano (foi ass . de realização de Renoir no filme le Fleuve “) ou, Water ” (Às Margens do Rio Sagrado) o filme de – Deepa Mehta – cineasta indiana a viver no Canadá. Mas, sem ter nada a ver gostaria de lembrar este “clássico”– The Bridge on the River Kwai ”-1957 (A Ponte do Rio Kwai )-um excelente filme de David Lean sobre a Segunda Guerra Mundial, onde se narra a história da destruição, pelas mãos dos aliados, de uma ponte ferroviária construída pelos prisioneiros britânicos na Birmânia ocupada. Ainda me lembro do meu pai assobiar o tema musical do filme:)) “Ganhou vários prémios entre os quais os de – Melhor Filme, Melhor Actor Alec Guiness ) e Melhor Realizador. O tema principal do filme, uma melodia cantarolada nos tempos da Segunda Guerra Mundial, intitulada A Marcha do Coronel Bogey , transformou-se num êxito mundial. A Ponte do Rio Kwai é ainda hoje uma das experiências cinematográficas mais memoráveis de todos os tempos.” In dvd.pt
Eu também acho, Pedro, será o Ganges… E também acho que já percebi a “tese” do João quanto à diferença . à fonética …;)) Estou a ficar cansada vou dormir.
Os cookies necessários ativam funcionalidades essenciais do site como logins seguros e ajustes de preferências de consentimento. Não armazenam dados pessoais.
Nenhum
►
Os cookies funcionais suportam funcionalidades como partilha de conteúdo em redes sociais, recolha de feedback e ativação de ferramentas de terceiros.
Nenhum
►
Os cookies analíticos monitorizam interações dos visitantes, fornecendo insights sobre métricas como número de visitantes, taxa de rejeição e fontes de tráfego.
Nenhum
►
Os cookies de publicidade entregam anúncios personalizados com base nas suas visitas anteriores e analisam a eficácia das campanhas publicitárias.
Nenhum
►
Os cookies não classificados são cookies que estamos em processo de classificar, juntamente com os fornecedores de cookies individuais.
Eu sei (mas o livro de estilo, não escrito, do DELITO impede-me de divulgar)
Teresa eu não faço a mínima ideia mas queria felicita-la pela excelente serie.
Rio Charles.
Mystic River, Clint Eastwood.
Nunca me passaria pela cabeça essa hipótese…
Mário Crespo, escreveu um artigo sobre o gravissimo caso da TVI, sendo Mário Crespo uma pessoa incontornavel no jornalismo português, gostava de conhecer a sua opinião ?
O que é uma ‘pessoa incontornável’? É alguém que não permite que se ande à volta dela?
sinceramente gostava de saber a sua opinião sobre o artigo de Mario Crespo ?
«Sinceramente gostava de saber a sua opinião sobre o artigo de Mario Crespo?» Esta sua pergunta é dirigida a quem? Só V. é que saberá responder a si próprio, não? Que ideia mais bizarra essa de perguntar a outro se V. gostava ou não de alguma coisa.
percebeu, não percebeu…isso é que interessa! o resto é bla, bla, bla
hehe João… isto á cada um…
Pois á…
Que não seja o Ganges? Bom, temos o Rio Bravo e o Rio Vermelho, mas duvido que se trate de qualquer deles… 🙂
Sem pistas não vou lá.
E havia também o Rio Sem Regresso, da Marilyn. Esse sim, próximo da perfeição.
E o Rui Rio. Não pela perfeição, mas porque já vi pior.
Esse não é sagrado (embora pareça). Esse tipo de Rio é muito comum.
Antes fosse. Mas não é muito comum, não. Faltam-lhe malas pretas, contas grossas e coisas assim. Está completamente fora de moda.
E também há o Ganges em O rio sagrado, de Jean Renoir.
Rio Douro (“Aniki-Bobó”).
E ainda há o “Por esse Rio Acima” grande álbum do Fausto 🙂
Fausto? O tempo é de contenção…
:)) sempre a-ten-to!!!
Ariel, não escapa mesmo nada. E, depois, é cá uma ironia…. Confirma-se que os ares das ilhas só fazem bem!
:))))
eheheheh Boaaaaaaaaaaaaa
:)))
Que dificuldade para chegar hoje aqui, vim das lagoas…:))
Com tantos comentários e hipóteses avançadas eu deveria ficar quieta, mas,, não, mulher das Ilhas é assim – não se inibe de dar o seu palpite e quanto mais melhor:))
Será o velho Ganges ou Benares (em hindi Gaṅgā) no filme “Le Fleuve ” (O Rio Sagrado) de Jean Renoir – 1951 ? O qualquer outro filme que porventura tenha o “rio”, dito, sagrado (no hinduísmo) como cenário natural .Algum dos filmes da vasta filmografia de Satyajit Ray – realizador indiano (foi ass . de realização de Renoir no filme le Fleuve “) ou, Water ” (Às Margens do Rio Sagrado) o filme de – Deepa Mehta – cineasta indiana a viver no Canadá.
Mas, sem ter nada a ver gostaria de lembrar este “clássico”– The Bridge on the River Kwai ”-1957 (A Ponte do Rio Kwai )-um excelente filme de David Lean sobre a Segunda Guerra Mundial, onde se narra a história da destruição, pelas mãos dos aliados, de uma ponte ferroviária construída pelos prisioneiros britânicos na Birmânia ocupada.
Ainda me lembro do meu pai assobiar o tema musical do filme:))
“Ganhou vários prémios entre os quais os de – Melhor Filme, Melhor Actor Alec Guiness ) e Melhor Realizador. O tema principal do filme, uma melodia cantarolada nos tempos da Segunda Guerra Mundial, intitulada A Marcha do Coronel Bogey , transformou-se num êxito mundial.
A Ponte do Rio Kwai é ainda hoje uma das experiências cinematográficas mais memoráveis de todos os tempos.”
In dvd.pt
Sabe que o Rio Kwai é assim chamado por quem está a montante? Para quem está nas proximidades da foz, é o Rio Kwem…
Desculpe, João, teve ter imensa graça mas eu não percebi, assumo (soa mal) ;))
Talvez se ler o ‘w’ como ‘v’?…
É mesmo o Ganges. Tenho a certeza. Um belíssimo filme britânico do Jean Renoir.
Eu também acho, Pedro, será o Ganges…
E também acho que já percebi a “tese” do João quanto à diferença . à fonética …;))
Estou a ficar cansada vou dormir.
Hehe…
“Ri-te, ri-te” dizia o outro…;))
Levou tempo mas cheguei lá – o João fez o favor de confirmar, só, hoje eheh
Mekong – em Indochina (1992) com Catherine Deneuve
Agora já posso dizer: O Rio Sagrado é um filme magnífico do Renoir. Tal como A Comédia e a Vida, e outros.