Um país em alerta (quase) permanente


Carlos Barbosa de Oliveira,

É porque está frio, ou faz calor; é porque chove  ou a terra arde; é porque está vento ou troveja. De há uns tempos para cá, Portugal cobre-se, quase diariamente, de alertas. Normalmente são laranja, primeiro nível de risco, que requer redobrados cuidados e atenções.
Provavelmente MFL irá falar desse assunto, logo à noite, se Judite de Sousa lhe perguntar:
“Qual é a sua reacção  sobre as últimas sondagens que dão 23% ao PSD?”
Sem perder a compostura , a líder laranja responderá:
“Não me admira que, com tanto alerta laranja, os portugueses comecem a recear o PSD. No entanto, na altura de ir a votos, Sócrates irá perceber que esta manobra de intimidação não surtiu os efeitos que desejava”.
Judite de Sousa sorrirá em sinal de concordância. Pacheco Pereira enaltecerá a prestação da líder e desmontará a cabala, com uma das suas abruptas teorias.
A Bem da Nação, alguns colunistas em crise criativa terão assunto com que se entreter durante o fim de semana.
 

3 comentários em “Um país em alerta (quase) permanente”

  1. Ainda hoje percebi que havia novos alertas, Carlos. São as chuvas que regressam. Olhei para a pantalha e vi no mapa que havia partes do País novamente amareladas. E dei por mim a pensar: será do fígado?

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