… um consumidor. Adquire o Magalhães. Compra painéis solares. Eis ao chegou a forma de "dar um contributo para o seu país". O meu pai quando lhe ‘pediram’ um contributo foi parar, salvo erro, a Cabo Verde em meados da década de 60. O meu contributo envolve a conta bancária. Ao meu pai pediam-lhe que se alistasse. A mim pedem-me o NIB, cartão de crédito ou cheque. Ao meu pai pediam-lhe que arriscasse a vida pelo seu país. A mim pedem-me que arrisque a carteira.
O patriotismo não está em saldos, mas o patriota tem uma comparticipação de 50 por cento. Pelo vistos, o patriotismo tem o apoio do QREN…
P.S. — Compre lá o raio dos painéis solares, ou quer ficar com um peso na consciência por não dar "mais oportunidade de emprego a compatriotas seus"? Já viu que não prometeu empregos em 2005, mas em 2009 a culpa do desemprego é sua?

Observação genial.
O Magalhães era uma inovação portuguesa que depois se veio a comprovar não ser inovação, nem sequer portuguesa. A energia solar ao que parece também não é bem energia solar:
http://ultimahora.publico.clix.pt/notic ia.aspx?id=1370612&idCanal=2100