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João Carvalho, <BR class=incorrect name="incorrect" <a>marginal</A> porquê ? <BR>Não será lícito pensar que essa consonância possa vir a ser prejudicial para o próprio Cavaco em termos de reeleição presidencial ?
Era natural que já tivesse lido mais comentários aqui colocados. Teria encontrado facilmente aquilo que penso. Vou repetir-me. «Sempre que haja sintonia, nisto e naquilo, não vejo por que seria aconselhável disfarçar. No Parlamento, quantas vezes há sintonia entre o PS e o PSD? E entre o PCP e o BE? E entre o PS e o PCP? E entre o CDS e o PSD? E tantas outras sintonias casuais? Por que razão não haveria sintonias aqui e ali em Belém? Sempre ouvi dizer que é muito mais o que une os homens do que aquilo que os separa. Quantas vezes já houve sintonia entre Belém e o Governo? Veja-se: a recusa do referendo ao Tratado de Lisboa é (foi) apenas uma das primeiras. E nenhuma das partes viu necessidade de disfarçar.» Portanto, a minha resposta à sua pergunta é: não, não acho.
Ok, João Carvalho, e eu aceito perfeitamente a sua opinião. Não sou daqueles que considera que só a minha é verdadeira. Por isso existem espaços como este para discussão calma e cordata dos assuntos. Contudo, e na minha opinião, o convergência focada, nem na essência nem no tempo é comparável àquelas que mencionou. Mas, já agora, posso afiançar-lhe que sou leitor assíduo dos seus post , quer concorde ou não com eles, e isso não nos aproxima ou distancia politicamente mais ou menos. Apenas demonstra respeito pelo opinador . Saudações
Acontece que, do que eu disse antes, fica um dado importante: o mais natural é que duas pessoas estejam de acordo, aqui e ali. Seja entre Belém e S. Bento, seja entre si e mim. É natural e estranho seria que nunca acontecesse. Não acho que seja coisa para disfarçar.
No caso vertente, sobre as obras de grandes encargos ditas megalómanas, pode dizer-se de modo simplificado o seguinte: ou se está a favor do seu avanço rápido, ou se está contra. Quer dizer: as opções são apenas duas, sendo a primeira coincidente com a perspectiva do governo e a segunda não (como acontece com o PSD).
Conclusão: Belém seria sempre alvo do reparo de estar a favor de S. Bento ou de estar a favor do PSD. Reduzido isto a esta curta dimensão, parece-lhe razoável ou sequer interessante? Não creio. E, portanto, não pode beliscar minimamente a posição (mesmo institucional) de quem quer que seja.
De novo afirmo que compreendo o que diz , só que não estou de acordo consigo. Só mais uma coisa: Institucionalmente não existe equidistância igual entre o PR e S.Bento e o PR e um partido. Mais uma vez, Saudações.
Para ser sintonia perfeita, só falta marar as legislativas para o mesmo dia das autárquicas. será, então, o presidente de todos os portugueses…. que votam PSD
… e com tantos outros como Campos e Cunha, por exemplo, já agora, não? O PSD tem as costas largas, eheh – E porque é que pela primeira vez em 36 anos de democracia um PR não pode estar em sintonia com um líder de direita? Se assistimos a vida toda ao seu exacto contrário?
Por acaso, em 2005, não vi tanta preocupação, com a sintonia, que existiu, entre o PR da altura, e o PS. Direi apenas, que temos de ser corentes, mas acima de tudo ter memória.
Sempre que haja sintonia, nisto e naquilo, não vejo por que seria aconselhável disfarçar, Paulo.
No Parlamento, quantas vezes há sintonia entre o PS e o PSD? E entre o PCP e o BE? E entre o PS e o PCP? E entre o CDS e o PSD? E tantas outras sintonias casuais? Por que razão não haveria sintonias aqui e ali em Belém? Sempre ouvi dizer que é muito mais o que une os homens do que aquilo que os separa.
Quantas vezes já houve sintonia entre Belém e o Governo? Olha: a recusa do referendo ao Tratado de Lisboa é (foi) apenas uma das primeiras. E nenhuma das partes viu necessidade de disfarçar.
Caro João Carvalho, eu não estou a fazer nenhum juízo de valor sobre o assunto. A questão que coloco, meramente especulativa, é sobre a reacção do eleitorado. Nada mais.
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pena que toquem tão mal em sintonia de instrumentos.
não me diga que não esta sintonizado com o PURO BOM SENSO!!!???
Diria mesmo comprometedora, o que não abona ao PR , nem ao seu desejo de reeleição.
Mas que observação mais marginal.
João Carvalho,
Era natural que já tivesse lido mais comentários aqui colocados. Teria encontrado facilmente aquilo que penso. Vou repetir-me.
«Sempre que haja sintonia, nisto e naquilo, não vejo por que seria aconselhável disfarçar.
No Parlamento, quantas vezes há sintonia entre o PS e o PSD? E entre o PCP e o BE? E entre o PS e o PCP? E entre o CDS e o PSD? E tantas outras sintonias casuais? Por que razão não haveria sintonias aqui e ali em Belém? Sempre ouvi dizer que é muito mais o que une os homens do que aquilo que os separa.
Quantas vezes já houve sintonia entre Belém e o Governo? Veja-se: a recusa do referendo ao Tratado de Lisboa é (foi) apenas uma das primeiras. E nenhuma das partes viu necessidade de disfarçar.»
Portanto, a minha resposta à sua pergunta é: não, não acho.
Ok, João Carvalho,
e eu aceito perfeitamente a sua opinião. Não sou daqueles que considera que só a minha é verdadeira. Por isso existem espaços como este para discussão calma e cordata dos assuntos.
Contudo, e na minha opinião, o convergência focada, nem na essência nem no tempo é comparável àquelas que mencionou.
Mas, já agora, posso afiançar-lhe que sou leitor assíduo dos seus post , quer concorde ou não com eles, e isso não nos aproxima ou distancia politicamente mais ou menos. Apenas demonstra respeito pelo opinador .
Saudações
Acontece que, do que eu disse antes, fica um dado importante: o mais natural é que duas pessoas estejam de acordo, aqui e ali. Seja entre Belém e S. Bento, seja entre si e mim. É natural e estranho seria que nunca acontecesse. Não acho que seja coisa para disfarçar.
No caso vertente, sobre as obras de grandes encargos ditas megalómanas, pode dizer-se de modo simplificado o seguinte: ou se está a favor do seu avanço rápido, ou se está contra. Quer dizer: as opções são apenas duas, sendo a primeira coincidente com a perspectiva do governo e a segunda não (como acontece com o PSD).
Conclusão: Belém seria sempre alvo do reparo de estar a favor de S. Bento ou de estar a favor do PSD. Reduzido isto a esta curta dimensão, parece-lhe razoável ou sequer interessante? Não creio. E, portanto, não pode beliscar minimamente a posição (mesmo institucional) de quem quer que seja.
De novo afirmo que compreendo o que diz , só que não estou de acordo consigo.
Só mais uma coisa:
Institucionalmente não existe equidistância igual entre o PR e S.Bento e o PR e um partido.
Mais uma vez, Saudações.
Para ser sintonia perfeita, só falta marar as legislativas para o mesmo dia das autárquicas. será, então, o presidente de todos os portugueses…. que votam PSD
poupa-se dinheirinho e paciencia…
Atão mas não que agora até o Fernando Ruas, o homem das mil e tal rotundas também acha muito bem… que coincidência !
… e com tantos outros como Campos e Cunha, por exemplo, já agora, não?
O PSD tem as costas largas, eheh
– E porque é que pela primeira vez em 36 anos de democracia um PR não pode estar em sintonia com um líder de direita?
Se assistimos a vida toda ao seu exacto contrário?
Certíssimo.
Caro Paulo:
Por acaso, em 2005, não vi tanta preocupação, com a sintonia, que existiu, entre o PR da altura, e o PS.
Direi apenas, que temos de ser corentes, mas acima de tudo ter memória.
Sempre que haja sintonia, nisto e naquilo, não vejo por que seria aconselhável disfarçar, Paulo.
No Parlamento, quantas vezes há sintonia entre o PS e o PSD? E entre o PCP e o BE? E entre o PS e o PCP? E entre o CDS e o PSD? E tantas outras sintonias casuais? Por que razão não haveria sintonias aqui e ali em Belém? Sempre ouvi dizer que é muito mais o que une os homens do que aquilo que os separa.
Quantas vezes já houve sintonia entre Belém e o Governo? Olha: a recusa do referendo ao Tratado de Lisboa é (foi) apenas uma das primeiras. E nenhuma das partes viu necessidade de disfarçar.
Caro João Carvalho, eu não estou a fazer nenhum juízo de valor sobre o assunto. A questão que coloco, meramente especulativa, é sobre a reacção do eleitorado. Nada mais.
Entendido, Paulo. Foi o que pensei, vindo de quem vem.
Abraços.
E V. acha que a coerência, em política, é de elogiar ou vituperar?