Vira o disco e toca o mesmo


Patrícia Reis,

Saio de Portugal com José Pacheco Pereira a queixar-se por toda a parte dos jornalistas em geral, do DN em particular e das agências de comunicação a cada dois parágrafos de prosa. Regresso a Portugal com José Pacheco Pereira a queixar-se por toda a parte dos jornalistas em geral, do DN em particular e das agências de comunicação a cada dois parágrafos de prosa.

Tudo isto, segundo ele, abriu caminho à vitória de José Sócrates nas legislativas. Eu se fosse responsável de uma dessas agências ficava grato a Pacheco Pereira: não pode haver melhor promoção a estes profissionais do que atribuir-lhes uma vitória eleitoral.

Já agora, apetece perguntar ao estratego-mor do PSD de Manuela Ferreira Leite: se as agências de comunicação são assim tão decisivas na vida política, por que motivo os sociais-democratas não recorrem a uma delas? Da melhor de todas, já agora.

10 comentários em “Vira o disco e toca o mesmo”

  1. Não sejas injusto, compadre. Pacheco Pereira parece que até recorreu a várias agências. O azar é que cada uma delas ficou apenas a trabalhar com uma das tendências internas. Não há milagres.

    1. Os artigos do Pacheco Pereira estão cada vez mais previsíveis: são tão monocromáticos como as gravatinhas do Sócrates. Antes de começar a lê-los, já conheço o conteúdo de alto a baixo. Qualquer dia escrevo aqui um artigo à Pacheco Pereira.

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