Saio de Portugal com José Pacheco Pereira a queixar-se por toda a parte dos jornalistas em geral, do DN em particular e das agências de comunicação a cada dois parágrafos de prosa. Regresso a Portugal com José Pacheco Pereira a queixar-se por toda a parte dos jornalistas em geral, do DN em particular e das agências de comunicação a cada dois parágrafos de prosa.
Tudo isto, segundo ele, abriu caminho à vitória de José Sócrates nas legislativas. Eu se fosse responsável de uma dessas agências ficava grato a Pacheco Pereira: não pode haver melhor promoção a estes profissionais do que atribuir-lhes uma vitória eleitoral.
Já agora, apetece perguntar ao estratego-mor do PSD de Manuela Ferreira Leite: se as agências de comunicação são assim tão decisivas na vida política, por que motivo os sociais-democratas não recorrem a uma delas? Da melhor de todas, já agora.

Não sejas injusto, compadre. Pacheco Pereira parece que até recorreu a várias agências. O azar é que cada uma delas ficou apenas a trabalhar com uma das tendências internas. Não há milagres.
Os artigos do Pacheco Pereira estão cada vez mais previsíveis: são tão monocromáticos como as gravatinhas do Sócrates. Antes de começar a lê-los, já conheço o conteúdo de alto a baixo. Qualquer dia escrevo aqui um artigo à Pacheco Pereira.
‘Bora lá. Mas não terás sucesso garantido…
Espero contar ao menos com o apoio do Tric.
Ora então, assim uma pessoa não precisa de investir na actualização informativa (que é uma estopada) quando regressa à boa da pátria.
É verdade, Blonde. Se soubesse tinha ficado mais uma semana a beber ‘mojitos’.
Acredito que agora no parlamento, JPP ainda vai ficar mais chato.
Também acredito, Daniel. Sobretudo para o partido dele.
É impressionante a profundidade analítica destes posts (e respectivos comentários).
Trata-se de variantes da pescadinha de rabo na boca…
Lá isso é verdade, Ana. Mas parece que V. não percebeu a variante melhor: é o rabo que morde a pescadinha.