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Telefonema imaginário de Sócrates a Zapatero
– Está, oye Zapito, como vás tú ?
– …
– Quiero saber quien fue la grandecissima bestia que se há lembrado de armar la bronca da TVI.
– …
– Sé mucho bien que huviera pedido medidas contra la Guedes, pero, hoda-se, no era para ahora, durante la campaña electoral.
– …
– Coño, me hoderan completamiente la puta de la campaña, no vés ?
– …
– Bon, mandáme esse hijo de puta cavar para las minas de las Asturias a ver se el no fás más mierda.
100 anos (ia a escrever cien años): há 24 horas que ando com pouca vontade de rir. Mas desta vez ri-me mesmo…
Abraço
A leviandade do título, que já traz um juízo de valor sem o apoio de qualquer facto minimamente comprovado, combina bem com aquilo que era o Jornal Nacional e com aquilo que têm sido muitos comentários ao caso. Não é só cá, portanto.
Viu o filme ao contrário ou ouviu a versão que lhe contaram? É que parece não saber que isto é um blogue, não é um telejornal. Aqui não há o culto de fazer títulos baseados em factos comprovados, seja lá o que isso for. Aqui opina-se. Opina-se tanto que até há espaço para opiniões como a sua, veja bem.
Não sou eu a ver aqui o filme ao contrário, porque o erro de interpretação é seu. No meu comentário não havia qualquer crítica ao blog ou ao autor do post. Havia uma crítica ao título do jornal. Quando se limita a colocar um título de um jornal para ilustrar uma “visão do exterior”, eu vejo isso como um serviço aos leitores, que, parece-me, sempre puderam vir aqui reflectir e comentar sobre o que lêem. Concorde ou não com as minhas considerações sobre o título do jornal, há-de conceder que foi precipitado e pouco justo nas observações que acabou de me fazer e no tom com que o fez.
Penitencio-me. Fui eu que vi o seu filme ao contrário. Pelo que retiro as considerações precipitadas que fiz, como é óbvio. Cansaço, acredite.
Acredito, também com a noção de que o meu comentário se permitia a uma interpretação errada. Esteve sempre tudo bem, só me interessava mesmo o esclarecimento.