VPV em auto-retrato


Ana Vidal,

 

«É fundamental para o meu equilíbrio ter sempre próximo alguma coisa que me mostre que sou uma pessoa média, porque senão podia estar convencido de que era uma grande pessoa e não há desastre maior do que esse.»

 

Mesmo com este pequeno senão que me deixou um bocadinho maldisposta, gostei de ler esta entrevista de Laurinda Alves a Vasco Pulido Valente. Estão lá a graça cáustica, a irreverência e a lucidez do costume, em boas respostas mesmo quando as perguntas são fraquinhas. Como a maior parte das pessoas, detesto ouvi-lo mas gosto muito de lê-lo. E aqui temos uma versão – pouco vulgar – de VPV by himself.

 

14 comentários em “VPV em auto-retrato”

        1. Talvez não. Numa entrevista recente (na “Ler”) já havia falado no assunto e mais ou menos nos mesmos termos.

  1. Nesta entrevista gostei sobretudo da primeira pergunta e da primeira resposta:

    “- Vais para a Madeira fazer o quê?
    – Descansar três semanas. Dormir, ler e nadar um bocadinho.”

    Algo digno de antologia.

  2. Engraçado como se pode discordar em absoluto. A parte que mais gostei da entrevista foi a parte que se citou neste post, e achei a entrevistadora fantástica (nem sei quem é, estou mesmo a falar das perguntas).

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