
Mesmo com este pequeno senão que me deixou um bocadinho maldisposta, gostei de ler esta entrevista de Laurinda Alves a Vasco Pulido Valente. Estão lá a graça cáustica, a irreverência e a lucidez do costume, em boas respostas mesmo quando as perguntas são fraquinhas. Como a maior parte das pessoas, detesto ouvi-lo mas gosto muito de lê-lo. E aqui temos uma versão – pouco vulgar – de VPV by himself.

Concordo. Mas o ‘senão’…
Não há bela sem se não…
Hehe…
O close da entrevista, então, é mesmo metido a martelo!
Também acho completamente fora de propósito, mas como vês até dá título à coisa… fofoca oblige.
Quase aposto que ela já levava o título engatilhado, mesmo antes de fazer a pergunta…
Talvez não. Numa entrevista recente (na “Ler”) já havia falado no assunto e mais ou menos nos mesmos termos.
Nesta entrevista gostei sobretudo da primeira pergunta e da primeira resposta:
“- Vais para a Madeira fazer o quê?
– Descansar três semanas. Dormir, ler e nadar um bocadinho.”
Algo digno de antologia.
A pergunta não merecia outra resposta, Pedro. Ou melhor, a pergunta nem merecia resposta nenhuma.
Pois.
Engraçado como se pode discordar em absoluto. A parte que mais gostei da entrevista foi a parte que se citou neste post, e achei a entrevistadora fantástica (nem sei quem é, estou mesmo a falar das perguntas).
Opiniões, Luís.
Todos diferentes, todos iguais, não é? 🙂
Pois é Ana, se não nos acautelamos…. :))))
E também gostei da entrevista que ele deu à Ler. Uma grandessíssima entrevista!
Óptima, Ariel.